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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Saiu mais um número da revista "Primavera Vermelha"!

 

            Projeto impulsionado pelo Espaço Socialista, a revista se mantém como um instrumento para reativar o debate teórico na esquerda revolucionária, acolhendo contribuições de outras organizações políticas, inclusive internacionais, e reflexões individuais de nossos militantes, que não necessariamente expressam as posições do conjunto da organização.

            Esse projeto é motivado pela percepção de que o debate político no interior da esquerda revolucionária brasileira precisa ir além da divulgação esporádica das resoluções fechadas das diversas organizações, envolvendo de maneira mais ampla e aberta os militantes individuais, ativistas e trabalhadores interessados na luta pela emancipação.

            O esforço de retomar o debate teórico e colocar em discussão questões fundamentais da estratégia para a transição a uma sociedade livre da alienação se mostra uma necessidade crucial em uma época como essa em que vivemos.

            Nesse sentido a revista ”Primavera Vermelha”, que se sabe modesta pelo seu tamanho e alcance, busca ser ousada pelo seu conteúdo. Trazemos artigos que abordam questões fundamentais da

transição ao socialismo, cuja derrota no século XX ainda deixa a muitos imersos na desorientação, da qual precisamos sair o quanto antes.

            O texto Sobre a natureza das revoluções do pós-guerra e dos Estados “socialistas”, resgata o método marxista para restabelecer os critérios que permitem definir o caráter de classe de uma determinada forma de Estado. A partir dai, mostra como é impossível conceber uma revolução socialista em que algum um outro sujeito social (a burocracia stalinista, maoísta, castrista, etc.) substitua a classe trabalhadora na superação do capitalismo e na construção da nova sociedade emancipada.

            O texto Cuba diante de uma encruzilhada, em base ao texto anterior, visa fazer um balanço do processo revolucionário cubano, discutir o papel do castrismo e também caracterizar a revolução como anti-capitalista e o Estado como burocrático, negando-lhe qualquer caráter operário (ainda que deformado).

            O texto “Sobre o centralismo democrático” busca mostrar como, na tradição do marxismo  revolucionário, cuja materialização mais bem acabada foi o partido bolchevique, o centralismo democrático não era uma medida meramente administrativa sobre maiorias e minorias. Mais do que isso, era um produto da compreensão comum em torno dos objetivos fundamentais da luta, da confiança que se criava entre os militantes na atuação e do ambiente de debate fértil e aberto em que se formavam os autênticos revolucionários marxistas.

O texto “A luta pela cultura e a cultura pela luta” busca lembrar que o objetivo da revolução não é apenas a tomada do poder político para a obtenção de melhorias materiais (econômicas), mas a emancipação humana, o que exige repensar e reconstruir as relações humanas em todas as suas dimensões.

 

CONTRIBUA FINANCEIRAMENTE COM A REVISTA E COM O ESPAÇO SOCIALISTA

            Para mantermos esse projeto nos deparamos com dificuldades financeiras concretas.  Como nos recusamos a buscar qualquer tipo de aporte financeiro que coloque em risco a nossa independência ideológica, política e financeira diante da burguesia e do aparato estatal  só nos resta recorrer aos trabalhadores e ativistas do movimento social para que nos ajude –mesmo que em caráter democrático- a manter financeiramente esse projeto. Temos a convicção de que essas dificuldades serão superadas com a contribuição financeira de trabalhadores e trabalhadoras.

            Outra questão importante é que os atuais desafios da luta de classes em nível mundial impõem às organizações revolucionárias novos desafios e a tarefa urgente de uma intervenção que alcance um número cada vez maior de trabalhadoras e trabalhadores e possa apresentar-lhes que existe alternativa por fora do destrutivo sistema capitalista. A crise econômica que pressiona milhões de pessoas pobres no mundo coloca na ordem do dia essa disputa ideológica que só o marxismo revolucionário pode levar adiante.

            Como o valor de R$ 10,00 cobre apenas os custos da revista nos dirigimos a todas e todos solicitando uma contribuição financeira extra que possa servir como aporte tanto para a manutenção da revista como para possibilitar ao Espaço Socialista amplie sua intervenção na luta de classes.

 

Saudações socialistas,

 

Espaço Socialista

 

__._,_.___

I Simpósio Pernambucano de Direito Homoafetivo

 

O D.A DE DIREITO DA UNICAP/FENED e o MOVIMENTO GAY LEÕES DO NORTE convidam a tod@s para o I SIMPÓSIO PERNAMBUCANO DE DIREITO HOMOAFETIVO!

DIA 16 E 17 DE SETEMBRO NA UNICAP.

DIA 18 DE SETEMBRO - PARADA DA DIVERSIDADE DE PERNAMBUCO!

 

Divulguem em todas as mídias sociais de vocês!
Facebook: http://www.facebook.com/event.php?eid=240991882604291#!/event.php?eid=240991882604291
 
 
Programação:
Dia 16 de setembro - A abrangência do Direito e a discriminação de homossexuais
08h: Credenciamento

09h: Mesa de Abertura
Manoela Alves – Presidente do Movimento Gay Leões do Norte
Henrique Mariano – Presidente da OAB-PE
Celso Severo – Presidente do CRESS
Pedro Josephi – D.A de Direito da UNICAP/FENED
Jayme Benvenuto – Diretor do CCJ/UNICAP

10h00min às 12h – 1ª Mesa: A Laicidade do Estado e o Direito à Livre Orientação afetivo-sexual

Prof. Torquato Castro – Departamento de Direito/UFPE
Dr. Clicério Bezerra – Juiz que realizou o primeiro casamento gay em Pernambuco
Jayme Asfora – Conselheiro Federal da OAB

12h: Almoço

14h00min às 16h – 2ª Mesa: O reconhecimento da união homoafetiva como entidade familiar no Direito brasileiro

Profa. Silvana Mara – Departamento de Serviço Social/UFRN
Elio Braz – Juiz da 2ª vara da Infância e Juventude da Capital-PE
Prof. José Maria Silva – Prof. de Direito de Família da UNICAP; IBDFAM. Conselheiro Estadual da OAB
Valdécio Carlos da Silva Junior – Assistente Social; Vice-presidente do Movimento Gay Leões do Norte

16h30min às 18h: 00min – Painel: Vivências em famílias homoparentais

17 de setembro – Promoção da Cidadania LGBT

09h às 12h – 3ª Mesa: Políticas públicas e o enfrentamento da homofobia

Rildo Veras – Assessor Especial LGBT do Gabinete do Governador/PE
Rivânia Rodrigues – Gerência de Livre Orientação Afetivo Sexual da Prefeitura do Recife
André Guedes – Pedagogo; Produtor do Documentário “Singularidade na Educação”.
Iris de Fátima – Fórum LGBT de PE

12h: Almoço

14h00min às 16h – 4ª Mesa: Vulnerabilidade Social LGBT em foco e Criminalização da Homofobia

Jean Wyllys – Deputado Federal (PSOL)
Westei Conde – Promotor de Justiça do Estado de PE
Prof. Pe. Luís Corrêa – PUC/RJ; Fundador do Grupo Diversidade Católica.
Rhemo Guedes – Advogado; Movimento Gay Leões do Norte.
Maria Júlia Leonel — D.A de Direito da UNICAP/FENED

16h00min às 17h00min: Exibição de curta e encerramento


VALE 16H de atividade Complementar
INSCRIÇÕES: R$ 20,00 até o dia 14/09 no D.A de Direito (Sala 302, Bloco G, manhã e noite) ou através de depósito identificado na conta do Movimento Gay Leões do Norte (Banco do Brasil, agência 1850-3, conta 12193-2), devendo o inscrito, em seguida, enviar seus dados para o e-mail simposiopelgbt@gmail.com e aguardar confirmação.

 
 

Oposição ao P.I.G. (Partido da Imprensa Golpista)

Oposição ao P.I.G. (Partido da Imprensa Golpista)
*Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista* (fonte: Paulo Henrique Amorim - Conversa Afiada)

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